Pessoal,
um presentinho de reflexão para vocês que aprendi com um paciente
terminal a poucos dias.
Fui ouvindo o que ele dizia, acompanhando sua
evolução e sintetizando o que eu entendia nisto:
Há Sempre Outros Caminhos
Há Sempre Outros Caminhos
Um bom emprego que se perde pode também ser um
sinal da vida para iniciarmos outra carreira mais promissora.
Um grande amor que nos vira as costas também pode
ser um presente divino que nos abre outras portas para outros
amores.Um negócio que nos dá prejuízos pode também ser uma oportunidade para refletirmos sobre outros valores na vida.
Um momento em que passamos por perigosa enfermidade pode também ser uma prova que nos habilitaria a uma compreensão maior do valor da vida.
Um terrível fora, um não na cara dolorido pode também ser uma oportunidade para que eu ria da vida e diga um solene sim a mim mesmo.
Toda vez que uma grande contrariedade nos aparece é sinal de que a satisfação de nosso desejo ainda não se harmoniza com a Inteligência diretora do Universo.
Sempre que um contratempo nos agasta é momento de encontrarmos tempo para refletir sobre a finitude desta vida material.
Amiúde, a falta de perspectiva de uma pessoa na vida nada mais é do que um cisco no olho, embaralhando-lhe temporariamente a visão "espiritual" das coisas.
Invariavelmente, os escombros de um terremoto também servem de alicerce para novas e mais sólidas construções com vistas ao futuro.
Há sempre um caminho alternativo ao da revolta, uma via divergente à do desânimo, uma saída para todo beco e desespero. O que talvez não haja sempre é humildade suficiente para buscar ajuda ou sabedoria necessária para fazer proveito das respostas obtidas, mesmo quando divirjam de nosso gosto pessoal.
De toda forma, é sempre uma questão de rumo, todo mundo ou toma o leme de seu barco e procura atravessar o mar revolto ou entrega-se ao sabor dos ventos (das emoções desajustadas).
Os caminhos trilhados por um vencedor não são privilégios seus, são escolhas suas.
E cada um tem, no livre arbítrio, o dom de continuar sentindo mágoas ou de libertar-se e, por fim, apaixonar-se por si mesmo (este é o "perigo"!).
Contribuição do confrade Allan Caster

Nenhum comentário:
Postar um comentário