Eventos da Casa
"O amor é tudo o que eu tenho para dar
É tudo o que eu preciso para viver."
É tudo o que eu preciso para viver."
Banda Supertramp
terça-feira, 11 de dezembro de 2012
quinta-feira, 8 de novembro de 2012
Reflexão
Fé
A a fé é muito mais que um sistema de crenças religiosas e confiança absoluta em alguém ou algo. A verdadeira fé não pode ser sega, pois, tem que atender ao ensinamento "e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará" (João, 8:32), ou seja, Jesus nos instrui a conhecer (compreender) e não a acreditar sem antes entender. Kardec aclara ainda mais esse entendimento, sem deixar nenhuma margem para conflitos de interpretações, ao asseverar que "Fé inabalável só o é a que pode encarar de frente a razão, em todas as épocas da humanidade"(Evangelho Segundo o Espiritismo, item 7, p. 388). Através do estudo metódico e da análise meticulosa dos fatos construímos o nosso próprio conhecimento, tendo uma melhor concepção da realidades e das verdades que nos cercam.
A a fé é muito mais que um sistema de crenças religiosas e confiança absoluta em alguém ou algo. A verdadeira fé não pode ser sega, pois, tem que atender ao ensinamento "e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará" (João, 8:32), ou seja, Jesus nos instrui a conhecer (compreender) e não a acreditar sem antes entender. Kardec aclara ainda mais esse entendimento, sem deixar nenhuma margem para conflitos de interpretações, ao asseverar que "Fé inabalável só o é a que pode encarar de frente a razão, em todas as épocas da humanidade"(Evangelho Segundo o Espiritismo, item 7, p. 388). Através do estudo metódico e da análise meticulosa dos fatos construímos o nosso próprio conhecimento, tendo uma melhor concepção da realidades e das verdades que nos cercam.
Mais importante do que conhecer e acreditar (ter fé) nos ensinamentos do divino mestre é praticá los, com vistas ao fiel cumprimento das leis de Deus. Nesse sentido Jesus adverte-nos "Nem todos os que me dizem: Senhor! Senhor! entrarão no reino dos céus; apenas entrará aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus" (Mateus, 7:21 a 22). O mundo e o nosso país precisa cada vez mais de bons exemplos, de modo a construirmos uma sociedade justa e voltada para o bem comum. O espírita cumpre com a sua parte nesse contexto ao ser fiel aos ideais espíritas e praticando os ensinamentos cristão.
Vamos fazer na Terra o reino de Deus e para tanto temos que ter fé no evangelho de Jesus e praticar a caridade. quinta-feira, 6 de setembro de 2012
Política e Politicalha
Prezados confrades,
Qual deve ser o papel do espírita na sociedade e sua atuação política?
O texto abaixo foi escrito no século passado, porém, se aplica integralmente a realidade de nossa sociedade atual.
Política e Politicalha
A política afina o espírito humano, educa os povos no conhecimento de si mesmos, desenvolve nos indivíduos a atividade, a coragem, a nobreza, a previsão, a energia, cria, apura, eleva o merecimento.
Não é esse jogo da intriga, da inveja e da incapacidade, a que entre nós se deu a alcunha de politicagem. Esta palavra não traduz ainda todo o desprezo do objeto significado. Não há dúvida que rima bem com criadagem e parolagem, afilhadagem e ladroagem. Mas não tem o mesmo vigor de expressão que os seus consoantes. Quem lhe dará com o batismo adequado? Politiquice? Politiquismo? Politicaria? Politicalha? Neste último, sim, o sufixo pejorativo queima como um ferrete, e desperta ao ouvido uma consonância elucidativa.
Política e politicalha não se confundem, não se parecem, não se relacionam uma com a outra. Antes se negam, se excluem, se repulsam mutuamente.
A política é a arte de gerir o Estado, segundo princípios definidos, regras morais, leis escritas, ou tradições respeitáveis. A politicalha é a indústria de explorar o benefício de interesses pessoais. Constitui a política uma função, ou um conjunto das funções do organismo nacional: é o exercício normal das forças de uma nação consciente e senhora de si mesma. A politicalha, pelo contrário, é o envenenamento crônico dos povos negligentes e viciosos pela contaminação de parasitas inexoráveis. A política é a higiene dos países moralmente sadios. A politicalha, a malária dos povos de moralidade estragada.
Rui Barbosa
Fonte:
http://doryreleituras.blogspot.com.br/2007/11/poltica-e-politicalha.html
http://eleicao-2012.blogspot.com.br/
quarta-feira, 5 de setembro de 2012
sexta-feira, 20 de julho de 2012
Tolerância
A tolerância é uma das
características da benevolência. Aquele, que já está a caminho do equilíbrio
diante das situações, que para muitos são embaraçosas, injustas e inoportunas
já sente o efeito da compreensão que lhe chega quando busca carregar a paz consigo.
E que paz! Paz que faz sentir tudo leve. Leve a dor, a ofensa, e as
indisposições que não o impede de continuar seguindo adiante apesar de todas as
adversidades. Paz que o faz não somente calar muitas vezes, freando os impulsos
mais latentes e que eram antes potencializados pela fremente necessidade de
mostrar-se totalmente dono da razão. Mas paz que o faz silenciar para evitar o
descontrole das emoções alheias.
Na tentativa que o incauto tem
de tentar ser o dono da razão absoluta, já sentiu antes, é claro, dono de tudo
o mais. Quem é tolerante/paciente nem se sente dono dos resultados positivos
que espera. Se vier, melhor. Se não vier, sabe aceitar com a mesma naturalidade
o que não estava dentro dos seus planos. Não sofre pela solução imediata das
coisas e nem sofre pelos tropeços do caminho. Já desenvolveu não só o
amor, mas a racionalidade. Aceita mudanças sem se revoltar com elas. Perde sem
se sentir desprovido de outros recursos. Conhece argumentos sem atrevimentos.
O tolerante sabe que o cárcere é de
barro, portanto, nada tem de definitivamente seu a não ser a paz que conquista.
Tem desenvolvido em si o sentimento nobre da justiça, da ponderação e não se
desequilibra por aquilo que para outros é o caos, diferente daquele que se
revolta por qualquer coisa que o contrarie.
Aquele que alcançou a tolerância não
se desconcerta, não oscila entre desespero e conformismo porque tem segurança
em si mesmo, e acima de tudo tem fé e sabe que Deus lhe reserva o que há de
melhor, e assim, espera com paciência. Não aquela paciência artificial de quem
se apresenta educado por fora e vítima das próprias inquietações que não
engana à ninguém, pois, a energia que lhe salta dos olhos é também de puro
desassossego. Mas a tranquilidade verdadeira!
Vemos pessoas onde nada se lhe
pode opor: nem ideias, nem pensamentos, nem gostos, onde se sente rebaixado
sempre que vê ferido o seu amor-próprio e com isso despeja o mal que de si
transborda.
Aquele que já admite a presença do
outro, com suas diferenças e o respeita em suas escolhas já evoluiu um
pouco mais, porque já descobriu que o próximo tem o seu próprio espaço e o seu
próprio tempo de amadurecer. Já que não somos como as frutas que
amadurecem na mesma época em meio ao mesmo pomar e sob os mesmos cuidados.
Se você deixou de protestar e de se
impacientar, nem por isso adquiriu a virtude da tolerância, porque para se
estar em harmonia com a vontade de Deus, não significa sermos neutros, nem
indiferentes, mas conscientes. Chega um ponto que é razoável pensar que não é
deixando de se manifestar com barulhos e algazarras na nossa discordância que
seremos chamados de tolerantes e abençoados, mas sim, quando resistirmos com o
tempo aos nossos próprios impulsos de discordância para com tudo e com todos e
frearmos o nosso desejo de sermos vistos injustiçados.
Quem ama tolera e quem tolera
não precisa entrar em choque com os outros, se satisfaz em respeitá-los não porque
lhes sejam superiores, mas porque vê no outro um irmão necessitado do mesmo
equilíbrio nosso, assim como outros nos compreendem na nossa ignorância.
Quando deixarmos de reagir da mesma
forma que ontem, teremos subido mais um degrau da humildade e nos
conscientizaremos que, em circunstâncias semelhantes de provações nos revelamos
mais ajustados, ou não, com as leis que amorosamente regem as nossas
vidas.
Contribuição da confreira: Graciley Menezes
Riquezas da Alma
Riquezas Ocultas
Quem descobre um veio de ouro enche os cofres de dinheiro e torna-se dominador temporário de grande fortuna. Mas quem encontra o caminho da gratidão enche o coração de paz e torna-se amigo da alegria perene.
Quando se conquista um título, muitas portas do mundo social e ecômico, dantes fechadas, se abrem surgindo muitas oportunidades e a vida entra em novo ciclo de realizações. Contudo, somente quando se conquista uma vitória sobre as próprias limitações interiores é que novos entendimentos se descortinam na vida. Muita gente, passa anos preso a pesadelos (mágoas, medos, hesitações...) e se pergunta, em vão, por que a vida lhes reserva tão duras provas, e somente conseguem ouvir as respostas depois de elevarem seu padrão mental um pouco acima do costumeiro.
Como o botão que desabrocha para explodir em perfume e beleza para depois murchar e secar até a "morte", assim é a vida humana: em todos os aspectos, também temos momentos de eclosão, seguidos de auge e uma posterior decadência. É o ciclo normal da vida, demanda-nos compreensão para aceitar, sabedoria para aproveitar e força de coração para participar ativamente na evolução de todas as coisas, ainda que esta signifique o ocaso de nossa temporária personalidade.
Em tudo, nossa época está repleta de pessoas que sofrem e se inquietam, se estressam e angustiam porque são portadores de valiosos conhecimentos, coisa comum na nossa época de amplo acesso à informação, porém mostram-se pobres de sabedoria: o leito maternal do rio não é menos nobre apenas porque serve de canal anônimo para as águas que correm e fazem espetáculo rumo ao mar, e o galho humilde torna-se admirável justamente porque serve de apoio ao ninho de aves maravilhosas que haverão de rasgar os ares quando crescerem.
Dar não é um preparo para receber, mas condição de quem já se sente privilegiado por estar em condições interiores para isto. E servir não é prestar um serviço para receber um salário, mas colaborar numa obra muito maior com a consciência de ser rico justamente por estar a construir um mundo melhor para todos.
Contribuição do confrade: Alan Castter
Psicólogo CRP 09Serenidade é o nome de uma caminhada, e todos os seus caminhos convegem para o coração.
sábado, 14 de julho de 2012
Autoconhecimento
A vida é sustentada pelo conhecimento e este abre novos caminhos para alcançarmos a felicidade, sendo que, sem a sua intervenção, o progresso tornar-se-ia inexistente. Cada um de nós possui a sabedoria em suas duas forças relevantes que coabitam nas individualidades. Uma reflete o conhecimento exterior e a outra o autoconhecimento. Esta abrange o universo interior e é comumente identificada por “conhecimento de nós mesmos” e aquela se refere aos esforços empregados na aquisição de valores perecíveis, mas necessários ao equilíbrio.
Conhecemos pessoas que asseveram que o amor não é sabedoria, entretanto as evidências comprovam que esta colocação está equivocada, pois é um sábio aquele que ama dentro dos padrões ensinados e exemplificados por Jesus Cristo. Trata-se de uma missão sagrada de todas as religiões existentes indicarem aos seus adeptos os segredos da sabedoria interna, pois esta é a senda de iluminação de cada criatura. Aquele que conhece as si mesmo já alcançou outro nível. É um novo homem que surge de dentro do homem velho.
Quando recebemos ajuda para sanarmos nossos problemas externos, poderemos até adquirir um relativo alívio momentâneo de alguns sofrimentos que nós atormentem. Entretanto, quando encontramos quem nos ajude a encontrar aqueles tesouros – virtudes - que existem dentro nós, e despertarmos para a sublimação, perceberemos que está é a senda sublime preconizada pelo Cristo, nosso modelo e guia por misericórdia de Deus, que de fato nos libertará definitivamente.
Contribuição do confrade: Carlos Geander
A Rocha e a Areia
A rocha, no Evangelho, é a simbologia dos fundamentos firmes desta vida.Regularmente, nossos fundamentos ficam abalados no cotidiano.
O que parecia firme, estabelecido, de repente, ameaça desabar (sentimentos inconstantes, pensamentos oscilantes...).
Cada dia nos guarda uma surpresa, cada surpresa nos desafia a uma superação, e a mais sublime das superações mora dentro de nós...
Há um engano muito comum nas mentes fracas: a busca de um ponto de apoio firme fora de nós.
A casa é nossa harmonia emocional, a rocha, sabedoria de superação, e a construçã, processo sem fim: sempre está por se fazer!
Eis um segredo que ninguém escondeu-nos: depois da tempestade, maduros, chegamos a estranhar os momentos de abalos sofridos.
A areia é uma figura injustiçada, é muitas vezes vista apenas como base insegura.
A boa amiga, porém, comparece na massa que une os tijolos ou preenche os pilares e colunas.
Refere-nos a ilações importantes: o que nos deixa abalados na vida (base fraca, areia...) também pode ser usado na construção da morada segura.
Exatamente como nas grandes batalhas: vencedores são os que fazem da adversidade meios de superação.
Isto pode parecer lugar comum, ideia batida, vendos já soprados mil vezes...
Ainda assim, a vida por mais de mil vezes, nos coloca diante das mesmas provas...
Alan Castter
Reikiano - Escola Parchandiana -Nível: Mestre de artes INum caminho seguro, cada passo exige uma renúncia, e cada renúncia nos faz mais ricos.
sábado, 16 de junho de 2012
Livros Espíritas
QUANTIDADE OU QUALIDADE?
Ao ler um artigo sobre o uso da
psicografia como prova judicial comecei a refletir sobre a quantidade de livros
psicografados que pululam em nossas estantes.
A velocidade em que adquirimos e
consumismo informação aumenta a cada dia, mas, e o processamento dessas
informações? A verificação dos fatos? São reais? São relevantes? Está ocorrendo
uma explosão de lançamentos de livros
psicografados em nome de diversos espíritos/autores.
Todo livro trás novas informações,
porém, sem o prévio conhecimento das bases do espiritismo, as obras
básicas, não teremos repertório para analisá-lo com propriedade.
Um parágrafo do artigo me prendeu mais a
atenção, nele o autor faz uma recomendação que devemos aplicar em todas
circunstância e, principalmente durante e após a leitura de livros, revistas,
jornais, artigos, teses, etc. O autor pondera:
"Recomendamos
àqueles que já têm opinião formada, que analisem cuidadosamente os argumentos
contrários ao seu ponto de vista, com uma visão aberta, quer sejam contra, quer
sejam favoráveis à sua utilização como prova subsidiária. Questionemos as fontes
utilizadas, verifiquemos a procedência das informações, o contexto em que foram
divulgadas, enfim, façamos uso de uma visão mais ampla, e não de um olhar
“caolho”, impregnado de idéias pré concebidas." [ 1 ].
Precisamos ter uma
visão mais ampla, realizando pesquisas de aprofundamento e investigação dos
assuntos e temas abordados na vasta literatura Espírita. Confrontar autores e
verificar o que a Ciência afirma sobre o assunto de modo que poçamos
compreender e formar uma opinião própria, aliás, apropriarmo-nos da
informação e gerarmos o nosso próprio conhecimento.
O Espiritismo é uma ciência onde
não cabe uma meia verdade ou achismos.
Diante da grande profusão de novas
obras e informações que nos chegam apliquemos o ensinamento evangélico, "Caríssimos, não acrediteis em todos os Espíritos, mas provai se os
Espíritos são de Deus, porque são muitos os falsos profetas, que se levantaram
no mundo." [ 2 ]. É comum no
meio espírita as frases "estou lendo o livro tal" e "já li o
livro fulano" e mais ainda "já li todos os livros de Emmanuel,
André Luiz, etc". A leitura é sempre enriquecedora, mas o que realmente
importa é o correto entendimento do que se lê e principalmente colocar as novas
informações em prática.
O movimento espírita necessita de
qualidade e não de números, pois, não se prende ao proselitismo.
Precisamos estudar cada vez mais a
doutrina Espírita, primeiramente visando o nosso esclarecimento e em seguida habilitarmo-nos
a ser um obreiro do consolador prometido. Dessa forma poderemos auxiliar o
próximo e divulgar o Espiritismo pelo exemplo que arrasta e não
apenas pelas palavras que convencem.
[ 1 ] Jr., Akira Ninomia. Reflexões sobre o uso da psicografia
como prova judicial. Maio/2012. Artigo. Disponível em: <http://marquessiqueira.com.br/noticias/do-escritorio/655-artigo-reflexoes-sobre-o-uso-da-psicografia-como-prova-judicial>
[ 2 ] João, Epístola I, cap. IV: 1
Autoria do confrade: Joanes José de Oliveira
segunda-feira, 11 de junho de 2012
ESDE
ESTUDO SISTEMATIZADO DA DOUTRINA ESPÍRITA
Como Estudar
http://db.tt/Fo8LkGRC
Diretrizes Para Fichamento
http://db.tt/VZeENgSF
Modelo de Fichamento
http://db.tt/ybPM3Wbo
Esquema de leitura
http://db.tt/i6ffJCI6
Apresentação Como Educar a Memória
http://db.tt/BUcN493l
AUTO-ANÁLISE
A NECESSIDADE DA AUTO-ANÁLISE
Para cada um de nós há uma luta que é maior do que qualquer batalha. Não precisamos sequer sair
de nós mesmos, pois ela é travada de pensamento a pensamento, de vontade a
vontade. É a guerra interna!
Se fizermos um
exame meticuloso de nossa conduta, perceberemos que o mesmo poderá proporcionar
para cada um de nós uma sensação agradável de paz e felicidade. Todavia, ao
iniciarmos esse processo, será natural encontramos várias dificuldades, pois ao
avaliarmos a nossa conduta, no decorrer de cada dia, depararemos com alguns
questionamentos relevantes: tenho cumprido com meus deveres ante a sociedade? O
que tenho falado nas variadas oportunidades que tenho de me expressar? Como
tenho aplicado minhas forças físicas e mentais no correr do tempo? É um
trabalho extremamente importante a observação de nós mesmos.
Dentro de todo
o processo de reforma íntima, ainda nos deparamos com o enfrentamento dos
nossos instintos inferiores. Estes são como animais que devem ser domesticados,
empregando-se, para tal feito, todos e quaisquer meios ao nosso alcance. Acontece
que não devemos jamais usar a violência, pois esta poderá causar danos
irreparáveis em nossa estrutura psíquica.
Para que não
entremos em maiores dificuldades, tenhamos cuidado ao falar o que nos vem à
mente. Evitemos esse prazer utópico e implementemos a visualização daquilo que
pensamos e analisemos antes aquilo que pretendemos falar. Coloquemo-nos no
lugar do outro, exercitemos na prática da empatia. Nossos sentimentos e emoções
devem ser disciplinados em todas as circunstâncias, independente do local em
que nos encontremos – seja em casa, no trabalho, nos encontros sociais ou
outros. A nossa paz individual depende da paz do nosso companheiro e o respeito
que queremos para nos depende do respeito que praticarmos em nossa relação para
com o nosso próximo.
Sempre
gastamos energia e tempo inutilmente ao criticarmos outras pessoas, pois agindo
assim esquecemos o que de fato devemos fazer com a nossa conduta. Ninguém
engana a verdade. Procuremos, desse modo, entender que as leis de Deus são
retas e justas. Descobriremos o céu dentro de nós e iluminaremos os nossos
sentimentos a partir do momento em que iniciarmos a nossa auto-análise. É na
nossa consciência que encontraremos todas as leis de Deus e bastará refletir um
pouco para que esta confirmação seja reconhecida, contemplada e vivenciada.
Eduquemo-nos para crescermos com Jesus em busca de Deus.
Texto de autoria do confrade Carlos Geander de Almeida
sábado, 28 de abril de 2012
O Centro Espírita
Apresentação da turma ESDE Tomo Único em 29/04/2012.
Apresentação:
Obs: PowerPoint 2010
http://db.tt/ZxQTf0kt
Estatuto comentado:
Obs: Word 2010
http://db.tt/h45LATJ6
Apresentação:
Obs: PowerPoint 2010
http://db.tt/ZxQTf0kt
Estatuto comentado:
Obs: Word 2010
http://db.tt/h45LATJ6
domingo, 15 de abril de 2012
Estatuto do GEACAP
Conheça o Estatuto do Grupo Espírita a Caminho da Paz.
Clique no link abaixo para ler o estatuto:
http://db.tt/UzMIMWHU
Trilogia da Luz
Trilogia da Luz
A crítica é, para o clima doméstico, o que o mofo é para o pão-de-ló.
A lamentação é, para a saúde, o que a ferrugem é para a enxada abandonada ao tempo.
Já o agradecimento é, para os relacionamentos, o que o mel é para a língua.
Enquanto que a palavra de apoio é, para o clima doméstico, o que o tempero é para a boa comida.
E, por sua vez, o louvor é, para a saúde, o que o óleo lubrificante é para as engrenagens.
Mais agradecimento, menos reclamação. Luz no teu caminho.
Mais apoio e menos crítica. Teu caminho para a luz.
Mais louvor e menos lamentação. Sabedoria de caminhar sempre com um facho de luz na mão.
Alan Castter
Psicólogo CRP 09
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
Caminhos
Pessoal,
um presentinho de reflexão para vocês que aprendi com um paciente
terminal a poucos dias.
Fui ouvindo o que ele dizia, acompanhando sua
evolução e sintetizando o que eu entendia nisto:
Há Sempre Outros Caminhos
Há Sempre Outros Caminhos
Um bom emprego que se perde pode também ser um
sinal da vida para iniciarmos outra carreira mais promissora.
Um grande amor que nos vira as costas também pode
ser um presente divino que nos abre outras portas para outros
amores.Um negócio que nos dá prejuízos pode também ser uma oportunidade para refletirmos sobre outros valores na vida.
Um momento em que passamos por perigosa enfermidade pode também ser uma prova que nos habilitaria a uma compreensão maior do valor da vida.
Um terrível fora, um não na cara dolorido pode também ser uma oportunidade para que eu ria da vida e diga um solene sim a mim mesmo.
Toda vez que uma grande contrariedade nos aparece é sinal de que a satisfação de nosso desejo ainda não se harmoniza com a Inteligência diretora do Universo.
Sempre que um contratempo nos agasta é momento de encontrarmos tempo para refletir sobre a finitude desta vida material.
Amiúde, a falta de perspectiva de uma pessoa na vida nada mais é do que um cisco no olho, embaralhando-lhe temporariamente a visão "espiritual" das coisas.
Invariavelmente, os escombros de um terremoto também servem de alicerce para novas e mais sólidas construções com vistas ao futuro.
Há sempre um caminho alternativo ao da revolta, uma via divergente à do desânimo, uma saída para todo beco e desespero. O que talvez não haja sempre é humildade suficiente para buscar ajuda ou sabedoria necessária para fazer proveito das respostas obtidas, mesmo quando divirjam de nosso gosto pessoal.
De toda forma, é sempre uma questão de rumo, todo mundo ou toma o leme de seu barco e procura atravessar o mar revolto ou entrega-se ao sabor dos ventos (das emoções desajustadas).
Os caminhos trilhados por um vencedor não são privilégios seus, são escolhas suas.
E cada um tem, no livre arbítrio, o dom de continuar sentindo mágoas ou de libertar-se e, por fim, apaixonar-se por si mesmo (este é o "perigo"!).
Contribuição do confrade Allan Caster
Reencarnação
REENCARNAÇÃO
Meus irmãos, eu de cá deixo um recado
Porque além, alguns de nós, alguns milhões
Entre tantos, que cruzaram os portões
Se libertam e estão mais perturbados
Não estão, tal como vós, tão impedidos
Nem vieram, para cá, qual sepultados
Seus talentos, aqui são, mais apurados
Emoções "à flor da pele", comovidos
Prá livrar a própria alma encarcerada
Que ignora, que rebela, equivocada
O voltar daqui, ainda é o melhor jeito
Não será, como pensavas, contratempo!
Mas conquista do real desprendimento
No servir, tal como a luz, com mais proveito!
Porque além, alguns de nós, alguns milhões
Entre tantos, que cruzaram os portões
Se libertam e estão mais perturbados
Não estão, tal como vós, tão impedidos
Nem vieram, para cá, qual sepultados
Seus talentos, aqui são, mais apurados
Emoções "à flor da pele", comovidos
Prá livrar a própria alma encarcerada
Que ignora, que rebela, equivocada
O voltar daqui, ainda é o melhor jeito
Não será, como pensavas, contratempo!
Mas conquista do real desprendimento
No servir, tal como a luz, com mais proveito!
Soneto de autoria da confreira Graciley Menezes
domingo, 5 de fevereiro de 2012
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